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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mobilidade Urbana é tema de curso a distância

Mobilidade Urbana é tema de curso a distância


Desenvolvido pelo Senac para a ANTP o curso com duração de aproximadamente 30 dias, é voltado à compreensão da Lei 12.587 (Lei de Mobilidade Urbana)


AutorDa redação  |  Postado em12 de novembro de 2013  |  FonteMaxpress
Curso orienta sobre como elaborar um plano de mobi
Curso orienta sobre como elaborar um plano de mobilidade
créditos: FNE

Utilizando metodologia educacional do Senac São Paulo e visando a capacitação de gestores públicos e profissionais de empresas ligadas à área de transportes urbanos, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) desenvolveu o curso Gestão da Mobilidade Urbana, totalmente a distância.

A concepção do programa e das estratégias educacionais foi realizada por uma equipe de especialistas em educação a distância, intermediada pelo Atendimento Corporativo do Senac São Paulo. O curso da ANTP, que tem abrangência nacional e público-alvo diversificado, foi elaborado de acordo com o conceito de Design Responsivo e Adaptativo, que oferece uma experiência diferenciada de visualização, leitura e navegação e permite ao aluno acessar o curso por meio de computadores, tabletes e smartphones.

O conteúdo do curso, idealizado por especialistas da ANTP, aborda o crescimento das cidades, as forças sociais, econômicas e políticas envolvidas nesta formação; modelos de transporte público necessários para cada região; e preparação dos profissionais para a elaboração de um plano de mobilidade.

A ideia de desenvolver o curso veio após a aprovação da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU, Lei 12.587/12), que entrou em vigor em abril, estabelecendo que cidades com mais de 20 mil habitantes criem um plano de mobilidade até 2015, sob pena de cortarem os recursos federais para a área. A lei determina a melhoria na acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas nas regiões, priorizando o uso de transportes coletivos e deslocamentos não motorizados.

A escolha do curso na modalidade a distância foi feita para suprir a necessidade de capacitar profissionais distribuídos em todo o território nacional. Segundo Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da ANTP, o atendimento só é possível em larga escala e de forma mais econômica com a utilização de novas tecnologias educacionais.

“O curso é mediado por tutores com larga experiência no setor da mobilidade urbana, que dialogam com os alunos por meio de fóruns de discussão. A sua aplicação depende também das condições específicas, geográficas, econômicas, sociais e culturais de cada região, o que torna importante a discussão entre os alunos e tutores, cujas experiências enriquecem e ampliam o conhecimento”, explica Néspoli.

Para a curitibana Isabelle Costa Luís, arquiteta e urbanista, aluna do curso, o método a distância foi bastante proveitoso, porque abrange uma gama maior de pessoas, visto que não há necessidade de deslocamento.

Além de gestores municipais, o curso é destinado a funcionários dos governos federal e estadual, funcionários de empresas privadas, técnicos de transporte ou trânsito e de outras áreas da administração pública, estudantes de cursos de graduação de áreas afins, acadêmicos e interessados de todo o país.

É o caso da Gilean Teixeira da Rocha. A estudante de administração matriculou-se no curso a fim de ampliar o seu conhecimento na área de transportes públicos. “Futuramente pretendo seguir carreira pública, principalmente na área de transportes urbanos e através deste curso pude expandir a minha visão sobre o funcionamento da Mobilidade Urbana”, informou.

Até o momento, sete turmas foram formadas, totalizando 174 estudantes formados pelo projeto. Atualmente, quatro turmas estão em andamento. Os alunos estão dispersos em 23 Estados do Brasil e 56% das matrículas estão concentradas na região Sudeste. As turmas, organizadas com 30 participantes, exigem 15 horas de dedicação do aluno que deverá ser cumprida no prazo de 30 dias. O certificado de participação é emitido pela ANTP e pelo Senac. As inscrições para a última turma de 2013 encerram em 1 de novembro. Outras turmas serão formadas no próximo ano. Para participar do programa, o interessado deve pagar uma taxa de R$ 387. Mais informações por meio do site: www.antp.org.br

Serviço:
Curso Gestão da Mobilidade Urbana
Valor: R$ 387, por meio do Sistema PagSeguro da UOL

sábado, 10 de agosto de 2013

A África Subsaariana, pejorativamente chamada de “África Negra”, corresponde à porção de terras que se localiza ao sul do Deserto do Saara

África Subsaariana


A África Subsaariana, pejorativamente chamada de “África Negra”, corresponde à porção de terras que se localiza ao sul do Deserto do Saara.


África Subsaariana é uma região do continente africano composta por 47 países e que se localiza geograficamente abaixo do Deserto do Saara. Também chamada de “África Negra”, é a zona onde reside a maioria da população negra do continente.
Essa região é conhecida por ser o “berço da humanidade”, ao passo em que também é considerada como “a última fronteira do capitalismo”. O uso da primeira expressão ocorre porque muitos pesquisadores acreditam que tenha sido nessa região a constituição dos primeiros seres da espécie humana. O uso do segundo termo se deve por se considerar que esse tenha sido o último território colonizado pelo mundo capitalista.
Em face do processo de exploração colonial, a maior parte dos Estados formados nesse continente conta com uma variedade muito grande de etnias em um mesmo território. Dessa forma, observa-se a existência de Estados com várias nações e várias nações sem Estado. Com isso, ocorrem muitas guerrilhas internas e localizadas em busca pelo poder, o que prejudica muito a economia e as condições de vida nesses países.
Outro problema grave presente nessa região é a dependência econômica. Oficialmente, o colonialismo não existe mais no continente africano, mas na prática ele está mais do que presente. A dependência econômica é elevada e o índice de exploração dos recursos naturais e da mão de obra por empresas estrangeiras é significativo. A economia é bastante dependente da produção e exportação de bens primários (produtos agropecuários e extrativismos mineral e vegetal), onde se emprega a maior parte da população.
Como resultado desse cenário, registram-se na África Subsaariana os maiores índices de pobreza e fome no mundo, além das maiores concentrações de favelas. A isso, somam-se os piores resultados em estatísticas como taxas de mortalidade e baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

domingo, 28 de julho de 2013

Turma Fênix, segue Provas e Gabaritos do ENEM



Provas e Gabaritos do ENEM

Entre 1998 e 2008 as provas eram estruturadas a partir de uma matriz de 21 habilidades, em que cada uma delas era avaliada por três questões. Assim, a parte objetiva das provas era composta por 63 itens interdisciplinares aplicados em um único caderno.
A partir de 2009, as provas objetivas passaram a ser estruturadas em quatro matrizes, uma para cada área de conhecimento. Cada uma das quatro áreas é composta por 45 questões. Cada um dos cadernos, na nova edição do exame, é composto por 2 áreas de conhecimento, totalizando 90 questões por caderno.

Turma Fênix, segue lista das provas comentadas da UNICAMP


Lista das provas comentadas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Vestibular 2013
Vestibular 2012
Vestibular 2011
Vestibular 2010
Vestibular 2009
Vestibular 2008
Vestibular 2007
Vestibular 2006
Vestibular 2005
Vestibular 2004
Vestibular 2003
Vestibular 2002
Vestibular 2001
Vestibular 2000
Vestibular 1999
Vestibular 1998
Vestibular 1997
Vestibular 1996
Vestibular 1995
Vestibular 1994
Vestibular 1993
Vestibular 1992
Vestibular 1991
Vestibular 1990
Vestibular 1989
Vestibular 1988
Vestibular 1987

domingo, 21 de julho de 2013

Angústias e dúvidas também tomam conta de alunos portugueses prestes a ingressar na universidade

Cheguei ao 12.º ano. E agora, que rumo seguir?


Alunos desconhecem como funciona a pontuação do Enem

Segundo pesquisa, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem
Da Agência Brasil - 21/07/2013

A maior parte dos estudantes tem dúvidas sobre como funciona a pontuação final do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, feita pelo painel Conectaí, com 1.953 usuários que navegaram no site do Guia do Estudante, entre 4 e 9 de junho, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem como são pontuados. 

O levantamento mostra que 62% dos estudantes entendem mais ou menos como funciona a pontuação, 24% não entendem e 14% entendem muito bem. A pesquisa mostra também que 23% dos estudantes desconfiam do sistema de correção do exame, 20% não confiam nem desconfiam e pouco mais da
metade, 58%, dizem confiar nas correções. 

Todos os anos, o Enem é alvo de processos judiciais. Especialistas e estudantes dizem que a desconfiança e o desconhecimento vêm da falta de transparência na divulgação dos resultados.


O especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado, explica que a nota do Enem é dada por desvio padrão. Dessa forma, mesmo que um estudante acerte o mesmo número de questões que outro estudante, isso não garante que eles tenham a mesma pontuação. 

— Primeiro todas as provas são corrigidas, depois verifica-se a porcentagem 
de estudantes que acertaram uma questão ou outra. Aqueles que erram 
questões que a maioria acerta têm a pontuação reduzida, pois é esperado que tenham esse conhecimento. O que acontece é que aqueles que acertaram muito ficam com a impressão que tiraram uma nota menor e a grande maioria acredita que tirou mais do que acertou. 

Prado diz que o sistema é melhor para que seja avaliado o conhecimento do estudante, mas também mais complexo. Outra dificuldade é a falta de transparência: mesmo que o aluno saiba fazer os cálculos ele não consegue, 
por não ter disponíveis todas as variáveis. 

Uma  das diretoras do 3º ano do Pré-Vestibular Charles Darwin, de Vitória e 
Vila Velha (ES) disse que só quem tem conhecimento das questões consideradas fáceis, médias ou difíceis é o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - responsável pelo exame].

— Mesmo que os alunos soubessem como é feito o cálculo, não conseguiriam fazer e isso causa muita indignação.
Segundo ela, a falta de transparência também na correção das redações faz 
com que um baixo percentual confie nas correções.
— Esse índice deveria ser não 58%, mas 80%, 90%. Levada para um universo mais amplo, a pesquisa mostra que de 6 mil inscritos no exame, pouco mais de 3 mil confiam nas correções.

A estudante Thais Bastos se sentiu injustiçada com as correções e levou o caso 
à Justiça no último exame.

— Ninguém sabe explicar direito a pontuação.
Ela reclama da “ausência da possibilidade de revisão de qualquer parte da prova.
Segundo a estudante, caso pudessem ser revisitadas questões pontuais 
poderiam ser aperfeiçoadas, o que não é possível conhecendo-se apenas a 
nota final. 

O também estudante Ricardo Bolelli disse que teve aulas no cursinho sobre 
como a nota do Enem é calculada. Mesmo assim decepcionou-se quando veio 
o resultado. Ele obteve uma nota maior no segundo ano, quando fez a prova apenas para treinar. Na ocasião, ele acertou 130 questões.

— A nota foi maior do que a do Enem que fiz no meu terceiro ano do ensino médio e acertei 150 questões da prova. Vivemos a realidade da prova. Presenciamos casos que nos fazem perder a fé no exame. Pessoas que acertam 20 questões a menos e mesmo assim tiram notas maiores.

Thais e Ricardo também reclamaram da correção das redações. “Todo ano o Ministério da Educação (MEC) vem com inovações que teoricamente garantirão correções mais justas, mas não é isso que vemos na prática”, diz Ricardo. 

O Inep considera positivo o fato de quase 60% dos estudantes confiarem na correção e apenas 23% desconfiarem. Além disso, a autarquia informa que são disponibilizados vários canais para que os estudantes tenham acesso a informações do exame. O Inep cita o espaço virtual do Enem; o próprio edital, que informa os critérios utilizados na correção da prova objetiva e da redação, assim como esclarecimentos sobre o cálculo da nota final do exame; o site do Inep; além do atendimento pelo telefone 0800 61 61 61 ou pelo espaço virtual
da autarquia. 

Em relação à correção das redações, o MEC fez vários ajustes para o Enem 2013. A expectativa é que o processo seja mais rigoroso e ainda mais confiável. Entre as medidas, brincadeiras não serão toleradas e os corretores terão mais horas 
de treinamento. 

A pesquisa do Ibope mostra ainda que a maioria dos que responderam à pesquisa, 73% vão usar o Enem para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) - que seleciona candidatos a vagas de instituições públicas de ensino superior -, 44% usarão o Enem também para concorrer a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) - em instuições particulares de ensino superior - e 27% para obter um financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

O Enem de 2013 recebeu número recorde de inscrições, 7.173.574. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

SIMULADO ENEM - GUIA DO ESTUDANTE
http://guiadoestudante.abril.com.br/simulado-enem/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante&

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ATENÇÃO VESTIBULANDOS

Aos alunos vestibulandos atenção as manifestações populares que estão ocorrendo atualmente na Turquia e que envolvem o que alguns começam a denominar de "Primavera Turca", (fazendo menção aos eventos populares que ocorreram, a partir do final de 2012, em vários países do chamado Mundo Árabe); entender as razões do movimento e suas eventuais consequências é fundamental para um bom desempenho nas questões que tratem deste tema.

Prof. MarcosGeo


domingo, 26 de maio de 2013

Se preparando para a prova do ENEM e 
também para os vestibulares? 
Não deixe de estudar sobre:


  • Morte de Hugo Chavez - remete ao Chavismo, poder e geopolítica do petróleo;
  • Renúncia do Papa - crise no centro de poder da Igreja Católica e a perda de fiéis;
  • Morte de Margaret Thatcher - Nova Ordem Mundial, políticas neoliberais e até a Guerra das Malvinas;
  • Coréia do Norte - questão nuclear (TNP) e a manutenção de regimes socialistas.
Entre alguns outros temas importantes da atualidade.

Prof. Marcos


Como parar de enrolar e começar a estudar em 7 passos

Você é daqueles que ficam deixando tudo para depois e acabam sempre acumulando um monte de coisa para estudar? Conversamos com especialistas para reunir dicas práticas para ajudar a vencer esse hábito

Ana Prado | 25/04/2012 13h 33
É ano de vestibular e há um monte de coisa para estudar e livros para ler. Você ia começar a maratona de estudos em janeiro, mas todos os seus amigos ainda estavam de férias e você achou que merecia relaxar um pouco também. Justo. Mas, em fevereiro, ainda estava em ritmo de férias e achou que teria tempo suficiente para estudar ao longo do ano. Resultado: adiou tudo mais um pouquinho. Então chegou o mês de março. Mas aí seu irmão veio com um videogame novo e você foi incapaz de focar nos estudos enquanto não zerasse os jogos que ele comprou. E agora já estamos quase em maio e já tem matéria acumulada para estudar.
Identificou-se com essa história? Se a resposta for sim, saiba que você não é o único. E que essa enrolação toda tem até um nome (bem feio, por sinal): procrastinação. A palavra, do latim, significa basicamente deixar de lado ou postergar para outro dia. "Esse problema não acomete só os estudantes; os adultos também fazem isso", explica o professor Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do Anglo Vestibulares. "Quando vamos viajar, por exemplo, mesmo que tenhamos comprado as passagens há meses, acabamos sempre fazendo a mala na última hora", completa.
A procrastinação é algo tão comum entre os estudantes, que muitas universidades americanas mantêm páginas em seus sites oficiais com conselhos de como vencê-la. Depois de consultar estudos e especialistas no assunto, reunimos aqui algumas dicas para ajudar você a parar de enrolação. 

1. Saiba o que quer. 
Quando você realmente quer algo, se sente mais motivo a lutar por isso. Se não está muito certo, fica mais difícil. É o que acontece, por exemplo, caso o seu pai queira que você se empenhe para passar em Medicina, enquanto sua preferência é pelo Jornalismo. Assim, resolva essa questão o quanto antes e descubra o que realmente quer fazer. 

2. Organize-se. Mas respeite o seu tempo para a diversão também
É preciso ter tempo para tudo, incluindo dormir o suficiente, comer e se divertir um pouco. Você não precisa (nem pode!) riscar essas coisas do seu planejamento. "O que não pode é reservar mais tempo para o lazer do que para o estudo", diz o professor Alberto. A melhor maneira de organizar isso é ter um bom planejamento. "Se não tiver isso, a pessoa acaba passando quatro horas no Facebook e deixa só meia hora para estudar", completa. Assim, monte um cronograma com as tarefas que precisam ser feitas, mas inclua nele um espaço para um cineminha e coisas assim. 


3.Seja realista quanto ao tempo que você levará para cada tarefa
"Os procrastinadores tendem a ser "heroicos" em relação ao tempo: eles estimam que levarão duas horas para completar uma tarefa para a qual a maioria das pessoas levaria quatro", diz a página sobre procrastinação do site da Universidade da Carolina do Norte. Antes de fazer seu planejamento, descubra quanto tempo você realmente leva para fazer as coisas ao traçar planos - mas leve sempre em consideração imprevistos e interrupções. Em uma tarde de perfeita concentração e disposição, pode ser que você leve apenas uma hora para resolver todos os exercícios de gramática que tem para aquele dia. Mas se o mais comum é que esteja sempre meio cansado quando senta para resolvê-los, precisa ser realista e considerar que precisará de mais tempo. Estabelecer alvos difíceis de cumprir só irá desanimá-lo. 

4. Comece!
Para o especialista em procrastinação Timothy A. Pychyl, deixar tudo para depois pode virar mania - e, para vencê-la, é necessário estabelecer um novo hábito: começar as coisas já. Trocar o "depois eu faço" pelo "vamos resolver isso logo" é um primeiro passo fundamental para vencer a enrolação. Sem contar que, quanto mais a gente enrola, mais complicadas as tarefas parecem ser. Se você matar os exercícios de logaritmo logo depois da aula, terá grandes chances de descobrir que a matéria não é tão impossível quanto parece (até porque a explicação do professor ainda estará mais fresca em sua cabeça).

5. Livre-se das distrações
Quando for estudar, desligue a TV e o celular. Se o videogame é uma grande tentação, esconda-o até colocar suas tarefas em dia. Dependendo do seu nível de procrastinação, pode ser necessário tomar atitudes mais radicais. Se o Facebook se tornou um vício, por exemplo, instale algum programa que controle o acesso a redes sociais no seu navegador ou desinstale o aplicativo do seu smartphone. O importante é detectar o que atrapalha você e se livrar disso.

6. Encare seus estudos como uma profissão
Você está se preparando para entrar em uma faculdade com o objetivo de virar um bom profissional, certo? Isso quer dizer que, quando arrumar um emprego na área dos seus sonhos, você pretende se dedicar ao máximo e ser responsável. "Assim como acontecerá em sua vida profissional, é necessário que você, como estudante, cumpra horários, se organize, faça cronogramas de trabalho e siga os planos com seriedade", explica o professor Alberto. Acredite: no trabalho, você não terá a opção de esperar até ter vontade de fazer as coisas. Por que não começar a adquirir para si essa responsabilidade agora mesmo?

7. Aprenda a gostar de estudar
Às vezes, precisamos nos acostumar com certos alimentos que nos fazem bem, como alguns legumes e vegetais. Com o tempo, a gente acaba até gostando. O mesmo pode acontecer com os estudos - ou com as matérias em que você tem mais dificuldade. Esforce-se para aprender a gostar delas. Quando começamos uma tarefa com pensamentos como "que droga, vou ter que estudar essa matéria horrorosa!", a coisa já começa mal e sua mente não vai ajudar tanto quando ajudaria em algo prazeroso - como o videogame.

sexta-feira, 24 de maio de 2013