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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Mobilidade Urbana é tema de curso a distância
Mobilidade Urbana é tema de curso a distância
Desenvolvido pelo Senac para a ANTP o curso com duração de aproximadamente 30 dias, é voltado à compreensão da Lei 12.587 (Lei de Mobilidade Urbana)
Autor: Da redação | Postado em: 12 de novembro de 2013 | Fonte: Maxpress
Utilizando metodologia educacional do Senac São Paulo e visando a capacitação de gestores públicos e profissionais de empresas ligadas à área de transportes urbanos, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) desenvolveu o curso Gestão da Mobilidade Urbana, totalmente a distância.
A concepção do programa e das estratégias educacionais foi realizada por uma equipe de especialistas em educação a distância, intermediada pelo Atendimento Corporativo do Senac São Paulo. O curso da ANTP, que tem abrangência nacional e público-alvo diversificado, foi elaborado de acordo com o conceito de Design Responsivo e Adaptativo, que oferece uma experiência diferenciada de visualização, leitura e navegação e permite ao aluno acessar o curso por meio de computadores, tabletes e smartphones.
O conteúdo do curso, idealizado por especialistas da ANTP, aborda o crescimento das cidades, as forças sociais, econômicas e políticas envolvidas nesta formação; modelos de transporte público necessários para cada região; e preparação dos profissionais para a elaboração de um plano de mobilidade.
A ideia de desenvolver o curso veio após a aprovação da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU, Lei 12.587/12), que entrou em vigor em abril, estabelecendo que cidades com mais de 20 mil habitantes criem um plano de mobilidade até 2015, sob pena de cortarem os recursos federais para a área. A lei determina a melhoria na acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas nas regiões, priorizando o uso de transportes coletivos e deslocamentos não motorizados.
A escolha do curso na modalidade a distância foi feita para suprir a necessidade de capacitar profissionais distribuídos em todo o território nacional. Segundo Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da ANTP, o atendimento só é possível em larga escala e de forma mais econômica com a utilização de novas tecnologias educacionais.
“O curso é mediado por tutores com larga experiência no setor da mobilidade urbana, que dialogam com os alunos por meio de fóruns de discussão. A sua aplicação depende também das condições específicas, geográficas, econômicas, sociais e culturais de cada região, o que torna importante a discussão entre os alunos e tutores, cujas experiências enriquecem e ampliam o conhecimento”, explica Néspoli.
Para a curitibana Isabelle Costa Luís, arquiteta e urbanista, aluna do curso, o método a distância foi bastante proveitoso, porque abrange uma gama maior de pessoas, visto que não há necessidade de deslocamento.
Além de gestores municipais, o curso é destinado a funcionários dos governos federal e estadual, funcionários de empresas privadas, técnicos de transporte ou trânsito e de outras áreas da administração pública, estudantes de cursos de graduação de áreas afins, acadêmicos e interessados de todo o país.
É o caso da Gilean Teixeira da Rocha. A estudante de administração matriculou-se no curso a fim de ampliar o seu conhecimento na área de transportes públicos. “Futuramente pretendo seguir carreira pública, principalmente na área de transportes urbanos e através deste curso pude expandir a minha visão sobre o funcionamento da Mobilidade Urbana”, informou.
Até o momento, sete turmas foram formadas, totalizando 174 estudantes formados pelo projeto. Atualmente, quatro turmas estão em andamento. Os alunos estão dispersos em 23 Estados do Brasil e 56% das matrículas estão concentradas na região Sudeste. As turmas, organizadas com 30 participantes, exigem 15 horas de dedicação do aluno que deverá ser cumprida no prazo de 30 dias. O certificado de participação é emitido pela ANTP e pelo Senac. As inscrições para a última turma de 2013 encerram em 1 de novembro. Outras turmas serão formadas no próximo ano. Para participar do programa, o interessado deve pagar uma taxa de R$ 387. Mais informações por meio do site: www.antp.org.br
Serviço:
Curso Gestão da Mobilidade Urbana
Valor: R$ 387, por meio do Sistema PagSeguro da UOL
Informações: www.antp.org.br/inscricoes
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
7 videoaulas para treinar a redação para o Enem
7 videoaulas para treinar a redação para o Enem
http://porvir.org/porfazer/7-videoaulas-para-treinar-redacao-para-enem/20130906
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
A África Subsaariana, pejorativamente chamada de “África Negra”, corresponde à porção de terras que se localiza ao sul do Deserto do Saara
África Subsaariana
A África Subsaariana, pejorativamente chamada de “África Negra”, corresponde à porção de terras que se localiza ao sul do Deserto do Saara.
Publicado por: Rodolfo F. Alves Pena
A África Subsaariana é uma região do continente africano composta por 47 países e que se localiza geograficamente abaixo do Deserto do Saara. Também chamada de “África Negra”, é a zona onde reside a maioria da população negra do continente.
Essa região é conhecida por ser o “berço da humanidade”, ao passo em que também é considerada como “a última fronteira do capitalismo”. O uso da primeira expressão ocorre porque muitos pesquisadores acreditam que tenha sido nessa região a constituição dos primeiros seres da espécie humana. O uso do segundo termo se deve por se considerar que esse tenha sido o último território colonizado pelo mundo capitalista.
Em face do processo de exploração colonial, a maior parte dos Estados formados nesse continente conta com uma variedade muito grande de etnias em um mesmo território. Dessa forma, observa-se a existência de Estados com várias nações e várias nações sem Estado. Com isso, ocorrem muitas guerrilhas internas e localizadas em busca pelo poder, o que prejudica muito a economia e as condições de vida nesses países.
Outro problema grave presente nessa região é a dependência econômica. Oficialmente, o colonialismo não existe mais no continente africano, mas na prática ele está mais do que presente. A dependência econômica é elevada e o índice de exploração dos recursos naturais e da mão de obra por empresas estrangeiras é significativo. A economia é bastante dependente da produção e exportação de bens primários (produtos agropecuários e extrativismos mineral e vegetal), onde se emprega a maior parte da população.
Como resultado desse cenário, registram-se na África Subsaariana os maiores índices de pobreza e fome no mundo, além das maiores concentrações de favelas. A isso, somam-se os piores resultados em estatísticas como taxas de mortalidade e baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
terça-feira, 6 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Turma Fênix, segue Provas e Gabaritos do ENEM

Provas e Gabaritos do ENEM
Entre 1998 e 2008 as provas eram estruturadas a partir de uma matriz de 21 habilidades, em que cada uma delas era avaliada por três questões. Assim, a parte objetiva das provas era composta por 63 itens interdisciplinares aplicados em um único caderno.
A partir de 2009, as provas objetivas passaram a ser estruturadas em quatro matrizes, uma para cada área de conhecimento. Cada uma das quatro áreas é composta por 45 questões. Cada um dos cadernos, na nova edição do exame, é composto por 2 áreas de conhecimento, totalizando 90 questões por caderno.
Turma Fênix, segue lista das provas comentadas da UNICAMP

Lista das provas comentadas da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
domingo, 21 de julho de 2013
Angústias e dúvidas também tomam conta de alunos portugueses prestes a ingressar na universidade
Cheguei ao 12.º ano. E agora, que rumo seguir?
CATARINA DURÃO MACHADO
Todos os anos milhares de alunos confrontam-se com a decisão das suas vidas: que rumo académico seguir, quando a crise afecta todos os sectores profissionais?
O desabafo parte de Fátima Silva, de 18 anos: "Estou tão confusa com a vida". Mas é extensível aos milhares de estudantes que todos os anos se confrontam com as difíceis escolhas no acesso ao ensino superior. No caso de Fátima Silva, a confusão perdura desde que, há três anos, tomou a outra grande decisão da sua vida: seguir Humanidades no 10.º ano. "É difícil termos de decidir tão cedo, algo que decide por completo o nosso futuro".
Por estes dias, a decisão é outra e passa por preencher uma candidatura de acesso ao ensino superior, onde terão de se considerar seis hipóteses de curso; seis potenciais caminhos determinantes na construção de uma vida. E Fátima continua confusa, não só porque não tem a certeza de ter as médias necessárias, mas porque, ao decidir um rumo que concilia interesses pessoais e saídas profissionais, estará a deixar de fora duas grandes paixões que entretanto consolidou: teatro e música. Quem a viu actuar no grupo de teatro ou na banda de rock da Escola Secundária Rainha D. Leonor, em Lisboa, não tem dúvidas quanto ao seu talento como actriz e cantora. Mas o fantasma do desemprego e da instabilidade na carreira artística assustam-na e, quase por instinto, arrumou esses sonhos num armário, para mais tarde poder resgatá-los.
Por ora, Fátima segue os seus outros instintos: "Quero cuidar de crianças especiais. Vou tentar fazer a licenciatura em Educação Básica e o mestrado em Educação Especial", revela, acrescentando que, dessa forma, sempre poderá recorrer às artes dramáticas e à música para desenvolver um trabalho mais estimulante junto de crianças com necessidades educativas especiais. Foi a fórmula mágica a que chegou, depois de muitas conversas com amigos, familiares e professores, que lhe deram sugestões e conselhos. Ainda assim, o preenchimento das restantes cinco opções deixa-a apreensiva: "E se não consigo média para entrar?".
O medo do desemprego é o que mais atormenta os jovens candidatos ao superior e talvez por isso seja comum a "desorientação" que muitos sentem nas vésperas da candidatura. Marta Martins, com o 12.º ano em Ciências e Tecnologias, sempre soube que o futuro passaria pela vertente científica. Mas nem isso facilitou a escolha do rumo: "É muito difícil escolher uma coisa com base naquilo que nos imaginamos a ser daqui a tanto tempo. Há uma enormidade de factores que temos de ter em conta e que só deviam chegar mais tarde. Que vida queremos ter? Onde queremos viver? Filhos?"
Já Rui Sousa garante que não está confuso e que desde o 9.º ano sabe exactamente o que quer. Ouviu "muitos conselhos e avisos contraditórios", mas chegou por si próprio à conclusão de que só tem uma vocação, a comunicação social. A rádio, a televisão e o cinema são universos que o fascinam e dos quais Rui já começou a sentir o gosto. Escreve sobre cinema, literatura e televisão no seu blogue Companhia das Amêndoas, desde os 14 anos. Aventurou-se numa estação de rádio escolar e foi um dos coordenadores do projecto "Cinema no Rainha". "Se mantiver a média de 17, estou a pensar seguir Comunicação Visual na Universidade Católica, até porque com essa média consigo obter isenção de propinas. Se não, vou para Ciências da Comunicação na Nova", esclarece o jovem de 18 anos.
"Depende muito das escolas"
No difícil processo de escolha, há os que, como Rui, definem um percurso claro a partir do 9.º ano, mas há uma vasta maioria que passa os três anos do secundário sem fazer ideia do que fazer a seguir ao 12.º. Os apoios previstos pelas escolas nem sempre são suficientes para informar os alunos sobre as ofertas de cursos e faculdades, bem como das médias necessárias para ingressar no ensino superior. Em termos de orientação vocacional, o apoio é mais garantido no 9.º ano, momento fundamental que determina o prosseguimento dos estudos numa área de interesse dos alunos, aferida por meio de testes vocacionais realizados pelos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO).
De acordo com a psicóloga do SPO da Secundária Rainha D. Leonor, Joana França, "não existem momentos suficientes nas escolas para garantir uma boa preparação dos alunos do secundário no acesso ao ensino superior". É uma realidade que a ultrapassa e a todos os colegas de profissão, assoberbados com inúmeras tarefas. "Com os mega-agrupamentos e com o aumento de alunos por turma, a situação tende a piorar, até porque não houve alteração quanto ao número de psicólogos".
A própria Ordem dos Psicólogos defendeu, no dia 17, que eram precisos mais 750 profissionais a tempo inteiro nas escolas, de modo a encurtar o rácio de 1500 para mil alunos por psicólogo. A Ordem denunciou ainda o vínculo precário de 176 psicólogos contratados, sem condições para efectuar um trabalho continuado.
A lei que regulamenta os SPO, de 1991, é clara quanto à necessidade de se criarem actividades que fomentem a orientação de alunos, mas não especifica a obrigatoriedade de priorizar a orientação no ensino secundário, com vista a uma maior sensibilização para o superior. Joana não considera que a lei deva ser mudada, "até porque ela prevê autonomia científica e técnica aos psicólogos". O problema é, dentro da gestão do plano anual de actividades dos SPO, conseguir fazer tudo.
Não obstante as dificuldades, Joana França conseguiu agendar com os alunos do 12.º ano sessões de esclarecimento sobre a candidatura ao superior, já de si um processo burocrático e complicado. "Infelizmente, muitos não aparecem nas sessões e, sabendo da existência de um gabinete de orientação, são poucos os que resolvem procurar-me".
É comum muitos jovens chegarem ao 12.º ano sem se aperceberem que existe um serviço de psicologia e orientação. Joana França explica que "o que se faz depende muito" das escolas. "Há professores que organizam visitas a faculdades ou a feiras de orientação, como a Futurália. Às vezes são as faculdades que cá vêm. A antiga Área de Projecto no 12.º ano era mais uma oportunidade para se debaterem esses assuntos, agora até isso desapareceu. Temos muita falta de momentos destes".
Encontrar a vocação
Muitas das informações de que os alunos precisam estão no site do Ministério da Educação, mas não são suficientes para ajudar no processo da escolha. Os pais dos alunos são importantes na decisão mas já não impõem as suas opiniões como há uns anos. "Há mais pais a valorizar os interesses pessoais dos alunos, até porque neste momento todas as áreas apresentam problemas de saídas profissionais", explica a psicóloga.
Isabel Alexandrino, professora de Português na Escola Secundária de Odivelas e directora de turma, confirma a sensação de que há mais encarregados de educação a apoiarem os seus educandos nas suas escolhas pessoais. "Alguns pais que têm possibilidades financeiras recorrem também a psicólogos de orientação vocacional fora da escola", diz. Como directora de turma, tem feito o que pode: "Ajudo alguns alunos a reflectir sobre o que é melhor para eles, aconselho-os e converso com os encarregados de educação, mas as escolhas são feitas em família".
As principais preocupações dos alunos continuam a ser as saídas profissionais, embora ainda existam muitos que "insistem no prosseguimento dos estudos de forma romântica, uma vez que não têm a noção ou das suas reais dificuldades ou das poucas ou nenhumas saídas que esses cursos apresentam", acrescenta Isabel Alexandrino.
A própria adaptação à faculdade pode ser complicada. Pedro Barbosa, 20 anos, esperou um ano para entrar na faculdade, tempo durante o qual aproveitou para melhorar Matemática. Quando foi admitido em Química Aplicada na Universidade Nova de Lisboa, sentiu o embate: "Consegui acompanhar a grande maioria das matérias, mas em relação aos métodos de trabalho e de estudo nem tanto. Acabava as semanas psicologicamente esgotado".
Outras vezes, são os cursos que trocam as voltas aos estudantes. Foi o que aconteceu a Patrícia Dias, de 20 anos, que iniciou o seu percurso em Enfermagem, há dois anos, mas que, ao constatar que não tinha vocação para enfermeira, decidiu recandidatar-se a Medicina Veterinária. Foi a experiência no terreno que lhe deu a certeza do que queria fazer para o resto da vida: "Enquanto terminava o primeiro ano em Enfermagem, procurei uma clínica veterinária onde pudesse passar algum tempo, assistir a consultas, receber conselhos de profissionais da área. Foi esse período que me permitiu encontrar a vocação", conta Patrícia.
Alunos desconhecem como funciona a pontuação do Enem
Segundo pesquisa, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem
Da Agência Brasil - 21/07/2013
A maior parte dos estudantes tem dúvidas sobre como funciona a pontuação final do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, feita pelo painel Conectaí, com 1.953 usuários que navegaram no site do Guia do Estudante, entre 4 e 9 de junho, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem como são pontuados.
O levantamento mostra que 62% dos estudantes entendem mais ou menos como funciona a pontuação, 24% não entendem e 14% entendem muito bem. A pesquisa mostra também que 23% dos estudantes desconfiam do sistema de correção do exame, 20% não confiam nem desconfiam e pouco mais da
metade, 58%, dizem confiar nas correções.
Todos os anos, o Enem é alvo de processos judiciais. Especialistas e estudantes dizem que a desconfiança e o desconhecimento vêm da falta de transparência na divulgação dos resultados.
O especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado, explica que a nota do Enem é dada por desvio padrão. Dessa forma, mesmo que um estudante acerte o mesmo número de questões que outro estudante, isso não garante que eles tenham a mesma pontuação.
— Primeiro todas as provas são corrigidas, depois verifica-se a porcentagem
de estudantes que acertaram uma questão ou outra. Aqueles que erram
questões que a maioria acerta têm a pontuação reduzida, pois é esperado que tenham esse conhecimento. O que acontece é que aqueles que acertaram muito ficam com a impressão que tiraram uma nota menor e a grande maioria acredita que tirou mais do que acertou.
Prado diz que o sistema é melhor para que seja avaliado o conhecimento do estudante, mas também mais complexo. Outra dificuldade é a falta de transparência: mesmo que o aluno saiba fazer os cálculos ele não consegue,
por não ter disponíveis todas as variáveis.
Uma das diretoras do 3º ano do Pré-Vestibular Charles Darwin, de Vitória e
Vila Velha (ES) disse que só quem tem conhecimento das questões consideradas fáceis, médias ou difíceis é o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - responsável pelo exame].
— Mesmo que os alunos soubessem como é feito o cálculo, não conseguiriam fazer e isso causa muita indignação.
Segundo ela, a falta de transparência também na correção das redações faz
com que um baixo percentual confie nas correções.
— Esse índice deveria ser não 58%, mas 80%, 90%. Levada para um universo mais amplo, a pesquisa mostra que de 6 mil inscritos no exame, pouco mais de 3 mil confiam nas correções.
A estudante Thais Bastos se sentiu injustiçada com as correções e levou o caso
à Justiça no último exame.
— Ninguém sabe explicar direito a pontuação.
Ela reclama da “ausência da possibilidade de revisão de qualquer parte da prova.
Segundo a estudante, caso pudessem ser revisitadas questões pontuais
poderiam ser aperfeiçoadas, o que não é possível conhecendo-se apenas a
nota final.
O também estudante Ricardo Bolelli disse que teve aulas no cursinho sobre
como a nota do Enem é calculada. Mesmo assim decepcionou-se quando veio
o resultado. Ele obteve uma nota maior no segundo ano, quando fez a prova apenas para treinar. Na ocasião, ele acertou 130 questões.
— A nota foi maior do que a do Enem que fiz no meu terceiro ano do ensino médio e acertei 150 questões da prova. Vivemos a realidade da prova. Presenciamos casos que nos fazem perder a fé no exame. Pessoas que acertam 20 questões a menos e mesmo assim tiram notas maiores.
Thais e Ricardo também reclamaram da correção das redações. “Todo ano o Ministério da Educação (MEC) vem com inovações que teoricamente garantirão correções mais justas, mas não é isso que vemos na prática”, diz Ricardo.
O Inep considera positivo o fato de quase 60% dos estudantes confiarem na correção e apenas 23% desconfiarem. Além disso, a autarquia informa que são disponibilizados vários canais para que os estudantes tenham acesso a informações do exame. O Inep cita o espaço virtual do Enem; o próprio edital, que informa os critérios utilizados na correção da prova objetiva e da redação, assim como esclarecimentos sobre o cálculo da nota final do exame; o site do Inep; além do atendimento pelo telefone 0800 61 61 61 ou pelo espaço virtual
da autarquia.
Em relação à correção das redações, o MEC fez vários ajustes para o Enem 2013. A expectativa é que o processo seja mais rigoroso e ainda mais confiável. Entre as medidas, brincadeiras não serão toleradas e os corretores terão mais horas
de treinamento.
A pesquisa do Ibope mostra ainda que a maioria dos que responderam à pesquisa, 73% vão usar o Enem para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) - que seleciona candidatos a vagas de instituições públicas de ensino superior -, 44% usarão o Enem também para concorrer a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) - em instuições particulares de ensino superior - e 27% para obter um financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O Enem de 2013 recebeu número recorde de inscrições, 7.173.574. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Ótima oportunidade de experimentar um curso à distância
UFSCar oferece módulo de experimentação aos interessados no curso de Sistemas de Informação a distância
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
ATENÇÃO VESTIBULANDOS
Aos alunos vestibulandos atenção as manifestações populares que estão ocorrendo atualmente na Turquia e que envolvem o que alguns começam a denominar de "Primavera Turca", (fazendo menção aos eventos populares que ocorreram, a partir do final de 2012, em vários países do chamado Mundo Árabe); entender as razões do movimento e suas eventuais consequências é fundamental para um bom desempenho nas questões que tratem deste tema.
Prof. MarcosGeo
sexta-feira, 31 de maio de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Se preparando para a prova do ENEM e
também para os vestibulares?
Não deixe de estudar sobre:
- Morte de Hugo Chavez - remete ao Chavismo, poder e geopolítica do petróleo;
- Renúncia do Papa - crise no centro de poder da Igreja Católica e a perda de fiéis;
- Morte de Margaret Thatcher - Nova Ordem Mundial, políticas neoliberais e até a Guerra das Malvinas;
- Coréia do Norte - questão nuclear (TNP) e a manutenção de regimes socialistas.
Entre alguns outros temas importantes da atualidade.
Prof. Marcos
Como parar de enrolar e começar a estudar em 7 passos
Você é daqueles que ficam deixando tudo para depois e acabam sempre acumulando um monte de coisa para estudar? Conversamos com especialistas para reunir dicas práticas para ajudar a vencer esse hábito
Ana Prado | 25/04/2012 13h 33
É ano de vestibular e há um monte de coisa para estudar e livros para ler. Você ia começar a maratona de estudos em janeiro, mas todos os seus amigos ainda estavam de férias e você achou que merecia relaxar um pouco também. Justo. Mas, em fevereiro, ainda estava em ritmo de férias e achou que teria tempo suficiente para estudar ao longo do ano. Resultado: adiou tudo mais um pouquinho. Então chegou o mês de março. Mas aí seu irmão veio com um videogame novo e você foi incapaz de focar nos estudos enquanto não zerasse os jogos que ele comprou. E agora já estamos quase em maio e já tem matéria acumulada para estudar.
Identificou-se com essa história? Se a resposta for sim, saiba que você não é o único. E que essa enrolação toda tem até um nome (bem feio, por sinal): procrastinação. A palavra, do latim, significa basicamente deixar de lado ou postergar para outro dia. "Esse problema não acomete só os estudantes; os adultos também fazem isso", explica o professor Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do Anglo Vestibulares. "Quando vamos viajar, por exemplo, mesmo que tenhamos comprado as passagens há meses, acabamos sempre fazendo a mala na última hora", completa.
A procrastinação é algo tão comum entre os estudantes, que muitas universidades americanas mantêm páginas em seus sites oficiais com conselhos de como vencê-la. Depois de consultar estudos e especialistas no assunto, reunimos aqui algumas dicas para ajudar você a parar de enrolação.
1. Saiba o que quer.
Quando você realmente quer algo, se sente mais motivo a lutar por isso. Se não está muito certo, fica mais difícil. É o que acontece, por exemplo, caso o seu pai queira que você se empenhe para passar em Medicina, enquanto sua preferência é pelo Jornalismo. Assim, resolva essa questão o quanto antes e descubra o que realmente quer fazer.
2. Organize-se. Mas respeite o seu tempo para a diversão também
É preciso ter tempo para tudo, incluindo dormir o suficiente, comer e se divertir um pouco. Você não precisa (nem pode!) riscar essas coisas do seu planejamento. "O que não pode é reservar mais tempo para o lazer do que para o estudo", diz o professor Alberto. A melhor maneira de organizar isso é ter um bom planejamento. "Se não tiver isso, a pessoa acaba passando quatro horas no Facebook e deixa só meia hora para estudar", completa. Assim, monte um cronograma com as tarefas que precisam ser feitas, mas inclua nele um espaço para um cineminha e coisas assim.
3.Seja realista quanto ao tempo que você levará para cada tarefa
"Os procrastinadores tendem a ser "heroicos" em relação ao tempo: eles estimam que levarão duas horas para completar uma tarefa para a qual a maioria das pessoas levaria quatro", diz a página sobre procrastinação do site da Universidade da Carolina do Norte. Antes de fazer seu planejamento, descubra quanto tempo você realmente leva para fazer as coisas ao traçar planos - mas leve sempre em consideração imprevistos e interrupções. Em uma tarde de perfeita concentração e disposição, pode ser que você leve apenas uma hora para resolver todos os exercícios de gramática que tem para aquele dia. Mas se o mais comum é que esteja sempre meio cansado quando senta para resolvê-los, precisa ser realista e considerar que precisará de mais tempo. Estabelecer alvos difíceis de cumprir só irá desanimá-lo.
4. Comece!
Para o especialista em procrastinação Timothy A. Pychyl, deixar tudo para depois pode virar mania - e, para vencê-la, é necessário estabelecer um novo hábito: começar as coisas já. Trocar o "depois eu faço" pelo "vamos resolver isso logo" é um primeiro passo fundamental para vencer a enrolação. Sem contar que, quanto mais a gente enrola, mais complicadas as tarefas parecem ser. Se você matar os exercícios de logaritmo logo depois da aula, terá grandes chances de descobrir que a matéria não é tão impossível quanto parece (até porque a explicação do professor ainda estará mais fresca em sua cabeça).
5. Livre-se das distrações
Quando for estudar, desligue a TV e o celular. Se o videogame é uma grande tentação, esconda-o até colocar suas tarefas em dia. Dependendo do seu nível de procrastinação, pode ser necessário tomar atitudes mais radicais. Se o Facebook se tornou um vício, por exemplo, instale algum programa que controle o acesso a redes sociais no seu navegador ou desinstale o aplicativo do seu smartphone. O importante é detectar o que atrapalha você e se livrar disso.
6. Encare seus estudos como uma profissão
Você está se preparando para entrar em uma faculdade com o objetivo de virar um bom profissional, certo? Isso quer dizer que, quando arrumar um emprego na área dos seus sonhos, você pretende se dedicar ao máximo e ser responsável. "Assim como acontecerá em sua vida profissional, é necessário que você, como estudante, cumpra horários, se organize, faça cronogramas de trabalho e siga os planos com seriedade", explica o professor Alberto. Acredite: no trabalho, você não terá a opção de esperar até ter vontade de fazer as coisas. Por que não começar a adquirir para si essa responsabilidade agora mesmo?
7. Aprenda a gostar de estudar
Às vezes, precisamos nos acostumar com certos alimentos que nos fazem bem, como alguns legumes e vegetais. Com o tempo, a gente acaba até gostando. O mesmo pode acontecer com os estudos - ou com as matérias em que você tem mais dificuldade. Esforce-se para aprender a gostar delas. Quando começamos uma tarefa com pensamentos como "que droga, vou ter que estudar essa matéria horrorosa!", a coisa já começa mal e sua mente não vai ajudar tanto quando ajudaria em algo prazeroso - como o videogame.
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